quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Percurso da romaria

No primeiro dia, 20 de Fevereiro, segundo Hélio Ávila, mestre do rancho, pelas 03h00 da madrugada haverá a celebração de uma eucaristia na Igreja da Nossa Senhora da Conceição, e uma hora depois está marcada a saída do rancho dos romeiros daquele Santuário, seguindo as igrejas e ermidas das seguintes localidades: Desterro, São João de Deus, Lameirinho, São Rafael, Lapinha, Posto Santo, Penha de França, Irmãs Franciscanas, Terra Chã, Quinta do Galo, Cantinho, São Mateus, São Bartolomeu, Cinco Ribeiras e Santa Bárbara, num total de 37Km.
No dia seguinte, continuam pelas Doze Ribeiras, Serreta, Raminho, Altares, Biscoitos, Quatro Ribeiras e Agualva, num raio de 36Km.
Quanto ao itinerário do dia 22, começa pela Vila Nova, São Brás, Fontinhas, Santa Luzia, Santa Rita, Facho, Misericórdia da Praia, Matriz da Praia, Casa da Ribeira, Cabo da Praia e Porto Martins, totalizando 39Km. Nesta última freguesia haverá um encontro com as famílias para mudança de roupa.
No dia 23, sábado, a caminhada segue pela Fonte do Bastardo, Ribeira Seca, Caminho da Vila/Barraca e São Sebastião, compreendendo 28Km.
No último dia, 24 de Fevereiro, a Maria Vieira marca o local de saída, seguindo Porto Judeu de Baixo, Nossa Senhora da Esperança, Canada das Vinhas, Ermida das Mercês, Igreja da Feteira, Ladeira Grande, Santo Amaro, São Luís, São Bento, Boa Viagem, Misericórdia de Angra, Castelo de São João Baptista, São Pedro, Santo António, no Monte Brasil, com jantar em família; Santa Luzia, ‘Mónicas’, Seminário, Sé, e, por fim, Conceição com celebração de eucaristia.
(parte da noticia escrita no Jornal " A União")
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA

"Cristo fez-Se pobre por vós» (cf. 2 Cor 8, 9)"
Queridos irmãos e irmãs!
2. Segundo o ensinamento evangélico, não somos proprietários mas administradores dos bens que possuímos: assim, estes não devem ser considerados propriedade exclusiva, mas meios através dos quais o Senhor chama cada um de nós a fazer-se intermediário da sua providência junto do próximo. Como recorda o Catecismo da Igreja Católica, os bens materiais possuem um valor social, exigido pelo princípio do seu destino universal (cf. n. 2403).
É evidente, no Evangelho, a admoestação que Jesus faz a quem possui e usa só para si as riquezas terrenas. À vista das multidões carentes de tudo, que passam fome, adquirem o tom de forte reprovação estas palavras de São João: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus?» (1 Jo 3, 17). Entretanto, este apelo à partilha ressoa, com maior eloquência, nos Países cuja população é composta, na sua maioria, por cristãos, porque é ainda mais grave a sua responsabilidade face às multidões que penam na indigência e no abandono. Socorrê-las é um dever de justiça, ainda antes de ser um gesto de caridade.
3. O Evangelho ressalta uma característica típica da esmola cristã: deve ficar escondida. «Que a tua mão esquerda não saiba o que fez a direita», diz Jesus, «a fim de que a tua esmola permaneça em segredo» (Mt 6, 3-4). E, pouco antes, tinha dito que não devemos vangloriar-nos das nossas boas acções, para não corrermos o risco de ficar privados da recompensa celeste (cf. Mt 6, 1-2). A preocupação do discípulo é que tudo seja para a maior glória de Deus. Jesus admoesta: «Brilhe a vossa luz diante dos homens de modo que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem vosso Pai que está nos Céus» (Mt 5, 16). Portanto, tudo deve ser realizado para glória de Deus, e não nossa. Queridos irmãos e irmãs, que esta consciência acompanhe cada gesto de ajuda ao próximo evitando que se transforme num meio nos pormos em destaque. Se, ao praticarmos uma boa acção, não tivermos como finalidade a glória de Deus e o verdadeiro bem dos irmãos, mas visarmos antes uma compensação de interesse pessoal ou simplesmente de louvor, colocamo-nos fora da lógica evangélica. Na moderna sociedade da imagem, é preciso redobrar de atenção, dado que esta tentação é frequente. A esmola evangélica não é simples filantropia: trata-se antes de uma expressão concreta da caridade, virtude teologal que exige a conversão interior ao amor de Deus e dos irmãos, à imitação de Jesus Cristo, que, ao morrer na cruz, Se entregou totalmente por nós. Como não agradecer a Deus por tantas pessoas que no silêncio, longe dos reflectores da sociedade mediática, realizam com este espírito generosas acções de apoio ao próximo em dificuldade? De pouco serve dar os próprios bens aos outros, se o coração se ensoberbece com isso: tal é o motivo por que não procura um reconhecimento humano para as obras de misericórdia realizadas quem sabe que Deus «vê no segredo» e no segredo recompensará.
4. Convidando-nos a ver a esmola com um olhar mais profundo que transcenda a dimensão meramente material, a Escritura ensina-nos que há mais alegria em dar do que em receber (cf. Act 20, 35). Quando agimos com amor, exprimimos a verdade do nosso ser: de facto, fomos criados a fim de vivermos não para nós próprios, mas para Deus e para os irmãos (cf. 2 Cor 5, 15). Todas as vezes que por amor de Deus partilhamos os nossos bens com o próximo necessitado, experimentamos que a plenitude de vida provém do amor e tudo nos retorna como bênção sob forma de paz, satisfação interior e alegria. O Pai celeste recompensa as nossas esmolas com a sua alegria. Mais ainda: São Pedro cita, entre os frutos espirituais da esmola, o perdão dos pecados. «A caridade – escreve ele – cobre a multidão dos pecados» (1 Pd 4, 8). Como se repete com frequência na liturgia quaresmal, Deus oferece-nos, a nós pecadores, a possibilidade de sermos perdoados. O facto de partilhar com os pobres o que possuímos, predispõe-nos para recebermos tal dom. Penso, neste momento, em quantos experimentam o peso do mal praticado e, por isso mesmo, se sentem longe de Deus, receosos e quase incapazes de recorrer a Ele. A esmola, aproximando-nos dos outros, aproxima-nos de Deus também e pode tornar-se instrumento de autêntica conversão e reconciliação com Ele e com os irmãos.
5. A esmola educa para a generosidade do amor. São José Bento Cottolengo costumava recomendar: «Nunca conteis as moedas que dais, porque eu sempre digo: se ao dar a esmola a mão esquerda não há de saber o que faz a direita, também a direita não deve saber ela mesma o que faz » (Detti e pensieri, Edilibri, n. 201). A este propósito, é muito significativo o episódio evangélico da viúva que, da sua pobreza, lança no tesouro do templo «tudo o que tinha para viver» (Mc 12, 44). A sua pequena e insignificante moeda tornou-se um símbolo eloquente: esta viúva dá a Deus não o supérfluo, não tanto o que tem como sobretudo aquilo que é; entrega-se totalmente a si mesma.
Este episódio comovedor está inserido na descrição dos dias que precedem imediatamente a paixão e morte de Jesus, o Qual, como observa São Paulo, fez-Se pobre para nos enriquecer pela sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9); entregou-Se totalmente por nós. A Quaresma, nomeadamente através da prática da esmola, impele-nos a seguir o seu exemplo. Na sua escola, podemos aprender a fazer da nossa vida um dom total; imitando-O, conseguimos tornar-nos disponíveis para dar não tanto algo do que possuímos, mas darmo-nos a nós próprios. Não se resume porventura todo o Evangelho no único mandamento da caridade? A prática quaresmal da esmola torna-se, portanto, um meio para aprofundar a nossa vocação cristã. Quando se oferece gratuitamente a si mesmo, o cristão testemunha que não é a riqueza material que dita as leis da existência, mas o amor. Deste modo, o que dá valor à esmola é o amor, que inspira formas diversas de doação, segundo as possibilidades e as condições de cada um.
6. Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma convida-nos a «treinar-nos» espiritualmente, nomeadamente através da prática da esmola, para crescermos na caridade e nos pobres reconhecermos o próprio Cristo. Nos Actos dos Apóstolos, conta-se que o apóstolo Pedro disse ao coxo que pedia esmola à porta do templo: «Não tenho ouro nem prata, mas vou dar-te o que tenho: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda» (Act 3, 6). Com a esmola, oferecemos algo de material, sinal do dom maior que podemos oferecer aos outros com o anúncio e o testemunho de Cristo, em cujo nome temos a vida verdadeira. Que este período se caracterize, portanto, por um esforço pessoal e comunitário de adesão a Cristo para sermos testemunhas do seu amor. Maria, Mãe e Serva fiel do Senhor, ajude os crentes a regerem o «combate espiritual» da Quaresma armados com a oração, o jejum e a prática da esmola, para chegarem às celebrações das Festas Pascais renovados no espírito. Com estes votos, de bom grado concedo a todos a Bênção Apostólica.
Vaticano, 30 de Outubro de 2007.
BENEDICTUS PP. XVI
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Quarta-feira de cinzas – início da Quaresma
Em complemento do artigo anterior, aqui fica o que um irmão Romeiro escreveu a respeito deste dia.
A palavra Quaresma é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, nós os católicos, realizamos a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, e conversão espiritual. Ou seja, todos nós devemo-nos aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Somos todos os anos convidados a fazer-mos uma comparação entre as nossas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e um crescimento pessoal. Cada um de nós deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objectivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
A Quaresma é também um período propício à introspecção, um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar a vinda do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente cada um de nós renasce, com Cristo.
Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
A Quaresma é também um período propício à introspecção, um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar a vinda do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente cada um de nós renasce, com Cristo.
Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Quarta-feira Cinzas
Quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos ( que não são incluídos na Quaresma); ela ocorre quarenta e quatro dias antes da Sexta-feira Santa contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até a segunda semana de março.A quarta-feira de cinzas cai nas seguintes datas nos anos seguintes:
2009 - 25 de fevereiro
2010 - 17 de fevereiro
2011 - 9 de março
2012 - 22 de fevereiro
2013 - 13 de fevereiro
2014 - 5 de março
2015 - 18 de fevereiro
2016 - 10 de fevereiro
2017 - 1 de março
2018 - 14 de fevereiro
2019 - 6 de março
Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar a mortalidade da própria mortalidade. Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo o padre administrando a cerimônia. O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até o pôr do sol, antes de lavá-la. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante a Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia). No Catolicismo Romano, é um dia de jejum e abstinência.
Como é o primeiro dia da Quaresma, ele ocorre um dia depois da terça-feira gorda ou Mardi Gras, o último dia da temporada de Carnaval. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.
(texto retirado do Wikipedia)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Santa Teresa D `Avila
Para além de todo o historial sobre esta santa que poderão consultar aqui, fica também uma pequeno oração, a qual também iremos cantar nas eucaristias durante a romaria:Nada te turbe,
Nada de espante,
Quem a Deus tem
Nada lhe falta.
Nada de espante,
Quem a Deus tem
Nada lhe falta.
Nada te turbe,
Nada de espante
Só Deus basta.
Na verdade, nos dias que correm, precisamos muito que nada nos pertube, nada nos espante afinal...quem a Deus tem nada lhe falta e só Ele basta. Fiquemos com esta oração nos nossos corações e cantemo-la no silêncio das nossa almas.
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