Artigo publicado hoje no Jornal "A União".
Começo mais um artigo com esta pequena afirmação que um dos irmãos romeiros tem por hábito e com alguma graça peculiar dizer.
Apesar de ser uma afirmação um pouco descabida à primeira vista, não deixa de ser uma verdade Cristã, ou seja, realmente para levarmos uma vida cristã não precisamos de muito mais do que isso, tudo o mais é quase supérfluo. Tudo o mais é mero consumismo desenfreado. Tudo o mais é acumular bens materiais.
Como cristãos que somos (ou deveríamos ser) e ainda que pareça um pouco utópico deveríamos lembrar-nos das palavras que Jesus Cristo nos disse “Deixa tudo o que tens, vem e segue-me”, no entanto, uma grande maioria de nós (no qual me incluo) esquece-se disso ou, lembra-se apenas de tempos a tempos, como se essas palavras fossem meros pingos de chuva que caem da beira de um telhado “tempos a tempos” e não ininterruptamente como deveria ser.
Como homens a nossa passagem na terra é uma perpétua peregrinação, uma perpétua romaria seguindo as pegadas de Jesus Cristo em Direcção ao Pai. É nesse seguimento que nos bastaria “umas cuecas e meias lavadas” e, pegando em palavras de Santa Teresa de Ávila muito simples, belas mas de uma profundidade invulgar “Nada te turbe, nada de espante, (…) só Deus basta.”, é que nos damos conta que realmente, pouco nos basta porque, quem tem Deus consigo tem tudo.
A próxima romaria aproxima-se para (mais um ano) levarmos a cevadeira cheia de “defeitos, problemas, dúvidas, desgostos, alegrias, desejos, anseios, orações” e entregarmos nas mãos de Deus essa carga pesada que se foi acumulando durante o ano que está a terminar e Ele, como só Ele pode, libertar-nos desse peso.
Apesar de ser uma afirmação um pouco descabida à primeira vista, não deixa de ser uma verdade Cristã, ou seja, realmente para levarmos uma vida cristã não precisamos de muito mais do que isso, tudo o mais é quase supérfluo. Tudo o mais é mero consumismo desenfreado. Tudo o mais é acumular bens materiais.
Como cristãos que somos (ou deveríamos ser) e ainda que pareça um pouco utópico deveríamos lembrar-nos das palavras que Jesus Cristo nos disse “Deixa tudo o que tens, vem e segue-me”, no entanto, uma grande maioria de nós (no qual me incluo) esquece-se disso ou, lembra-se apenas de tempos a tempos, como se essas palavras fossem meros pingos de chuva que caem da beira de um telhado “tempos a tempos” e não ininterruptamente como deveria ser.
Como homens a nossa passagem na terra é uma perpétua peregrinação, uma perpétua romaria seguindo as pegadas de Jesus Cristo em Direcção ao Pai. É nesse seguimento que nos bastaria “umas cuecas e meias lavadas” e, pegando em palavras de Santa Teresa de Ávila muito simples, belas mas de uma profundidade invulgar “Nada te turbe, nada de espante, (…) só Deus basta.”, é que nos damos conta que realmente, pouco nos basta porque, quem tem Deus consigo tem tudo.
A próxima romaria aproxima-se para (mais um ano) levarmos a cevadeira cheia de “defeitos, problemas, dúvidas, desgostos, alegrias, desejos, anseios, orações” e entregarmos nas mãos de Deus essa carga pesada que se foi acumulando durante o ano que está a terminar e Ele, como só Ele pode, libertar-nos desse peso.

