domingo, 6 de janeiro de 2013

A Verdadeira Luz (2ª parte de 3)


 (1ª Parte)
Neste dia em que as Sagradas escrituras nos revelam que os reis magos foram adorar o Deus menino e oferecer-Lhe os seus presentes, não nos esqueçamos que a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o menino, parou[1], era a verdadeira estrela, e não aquela estrela que a maioria de nós poe no cimo da árvore de Natal, ainda que esta, em termos simbólicos, de certa forma represente a estrela que lá no Alto indicava-lhes o caminho.
Eles eram reis mas naquele momento prostraram-se diante do Único e Verdadeiro Rei que é Cristo e abrindo os seus cofres ofereceram-Lhe os presentes, ouro, incenso e mirra[2] sendo que estes presentes e em termos interpretativos, naquele tempo o ouro era oferecido aos reis, o incesso aos sacerdotes e a mirra aos profetas. Cristo representava, representa e continuará sempre a representar essas três ofertas. Nós todos também, como filhos de Deus, somos convidados a ser reis, sacerdotes e profetas.
Neste dia em que as Sagradas escrituras nos revelam que os reis magos foram adorar o Deus menino e oferecer-Lhe os seus presentes, não nos esqueçamos também, mais que os presentes habituais oferecidos nesta altura ou na noite de Natal, consoante as tradições ou a região, sintamos a imensa alegria que os reis magos sentiram[3], ao contemplarmos a Verdadeira Luz emanada pela Verdadeira Estrela que é Jesus, e não aquela luz artificial, por vezes colorida com que embrulhamos muitas vezes a árvore de Natal ou aquela estrela que no cimo da mesma colocamos.
Paulo Roldão
(Um irmão romeiro, como os demais)
(3ª parte)

[1] Mt 2-9
[2] Mt 2- 11
[3] Mt 2-10

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Natal

 
 
Neste dia em que o Senhor veio habitar entre nós, mais do que olharmos para as lembranças recebidas, contemplemos sim, o menino com os olhos do coração.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Deus Olha por nós


Quantas vezes não desejamos que Deus fosse mais controlador e vigilante dos nossos atos, qual câmara de segurança que nos olha cegamente e segue todos os passos ao seu alcance, para que não saíssemos do caminho certo, do único caminho que nos leva a Ele?

Deus não pensa como nós e desse modo diferente de pensar, Ele dá-nos a total liberdade de O seguir ou não. Dá-nos toda a liberdade de fazermos aquilo que bem nos entender, mesmo que esses atos sejam contra Ele ou em última instância, contra nós mesmos e contra a nossa salvação.

No entanto, sinto que Deus continua a Olhar por nós constantemente, mesmo sem interferir diretamente nos nossos atos, continua a querer que todos nós, Seus filhos, obtenhamos a salvação no fim dos tempos. Para tal, mandou-nos o Seu filho, para nos dizer que a salvação é possível, basta agir como Jesus disse, então, aos discípulos: «Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.» *

Fixemo-nos então, na Sua cruz e no grandioso mistério da ressurreição que ela encerra e peçamos a Deus que não nos afaste da Sua presença, e nem nos prive do Seu santo Espírito. **

Paulo Roldão
(um irmão romeiros, como os demais)

*São Mateus 16 - 24
**Salmos 51-13

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A Verdadeira Luz (1ª parte de 3)


Nesta época onde, ano após ano, celebramos o nascimento de Jesus e tudo o que está implícito ao facto de Deus se Ter reduzido à pequenez humana para nos salvar, tentemos, com muita Fé e Esperança, contemplar mais a Verdadeira Luz que é emanada do Salvador, do que as fugazes luzes das montras e caminhos.
A Verdadeira Luz por vezes pode parecer dura, sem cor e quase inóspita, no entanto, a iluminação que a sociedade nos quer fazer crer ser a verdadeira, não passa de uma miragem ou de uma desfocagem do que realmente é mais que essa iluminação. A Verdadeira Luz não é visível nem tão pouco nos faz fechar os olhos perante a Sua intensidade, a Verdadeira Luz sente-se com os olhos, os ouvidos,
a boca, o coração e inteiramente todo o nosso ser.

Paulo Roldão
Um irmão romeiro, como os demais