domingo, 17 de fevereiro de 2013

Ranchos de Romeiros nos caminhos da Fé


Os primeiros ranchos de romeiros na Ilha de São Miguel, já se encontram na rua desde ontem, não só num ato de fé e penitência, como também publicamente expressarem a sua fé aos demais. Rezemos, não só por estes, como também pelos que durante esta Quaresma irão percorrer os caminhos destas ilhas sem, independentemente do estado do tempo que se faça sentir.
“As privações, a simplicidade do essencial e as orações, despertam a alma para Deus” Um pensamento que me ocorreu, após ter visto na RTP-Açores ontem, uma pequena reportagem sobre os primeiros ranchos que deixaram as suas famílias “para trás”, levam o simplesmente necessário e o terço, alimento da alma.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

...assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido



Lendo assim, à primeira vista cria-nos a impressão que Deus apenas perdoaria as nossas ofensas na medida em que perdoamos a quem nos tem ofendido, no entanto, não sendo esta uma sociedade de homens e mulheres perfeitos, isto é, sem erros ou faltas, essa é a nossa maneira de pensar e não a D`Ele. Por vezes parece-se que ainda agimos “olho por olho, dente por dente, ferida por ferida[1]. Seguramente não tem que ser esse o caminho de um cristão e não é esse o caminho que Ele nos indica. O caminho que devemos seguir deverá ser o do perdão e devemos ter a coragem de saber perdoar.
São Mateus, varias vezes no seu evangelho, recorda-nos a relação que existe entre o perdão que Deus nos oferece gratuitamente e o perdão que devemos oferecer aos irmãos sem contrapartidas.
Na minha maneira de pensar (sujeito a falhas) sinto que é mais corajoso aquele que perdoa do que aquele que se vinga, no entanto, inúmeras vezes somos levados a pensar que perdoar alguém é um gesto de cobardia e recusamos o perdão aos nossos irmãos.
Recusamos o perdão aos irmãos mas queremos que Ele nos perdoe. Recusamos a misericórdia mas queremos que Deus tenha misericórdia de nós.
Deus mostra-nos que o Seu coração não tem fim e que nos perdoa sempre. Não existe nenhuma falta que o amor de Deus não nos perdoe, no entanto, queremos ser perdoados mas não queremos perdoar.
Se não somos capazes de perdoar os irmãos é porque, pouco ou nada sabemos da misericórdia D`Ele e ainda não vivenciamos totalmente o perdão de Deus, “perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido
Termino com uma passagem bíblica, a qual deveríamos pensar nela frequentemente:
Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhe perdoou.”[2]

Paulo Roldão
(um irmão romeiro, como os demais)



[1] EX 21,24
[2] Carta aos Colossenses 3-13

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

1º Retiro preparatório para a VII Romaria


Aqui fica a fotografia dos irmãos que puderem comparecer a este 1ª retiro preparatório para a VII romaria quaresmal. Estão em falta os sacerdotes Pe. Julio e Pe. Gregório, mas por motivos alheios à sua vontade, após a apresentação dos seus temas, tiveram que sair.
Desde já e em nome do rancho, agradeço às irmãs Franciscanas que nos abriram as suas portas com um sorriso nos labios e de braços abertos, para podermos realizar este retiro.
No que diz respeito ao 1º tema, apresentado pelo irmão José Maria Saldanha, e após a sua autorização, abaixo se apresenta em imagem com o respetivo link para o documento na integra.





segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Retiro preparatório para a VII Romaria Quaresmal

Sentidas Condolências

Tendo só tido conhecimento no passado fim de semana, mas nunca é tarde para expressar os sentimentos, veem por este meio todos os irmãos do Rancho, expressar as mais sentidas condolências ao irmão João Nogueira, pela partida para o Pai da sua mãe.

Dai-lhe Senhor o Eterno descanso
Entre os esplendores da Luz Pérpetua
Que a sua alma descanse em paz. Amén!

domingo, 6 de janeiro de 2013

A Verdadeira Luz (2ª parte de 3)


 (1ª Parte)
Neste dia em que as Sagradas escrituras nos revelam que os reis magos foram adorar o Deus menino e oferecer-Lhe os seus presentes, não nos esqueçamos que a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o menino, parou[1], era a verdadeira estrela, e não aquela estrela que a maioria de nós poe no cimo da árvore de Natal, ainda que esta, em termos simbólicos, de certa forma represente a estrela que lá no Alto indicava-lhes o caminho.
Eles eram reis mas naquele momento prostraram-se diante do Único e Verdadeiro Rei que é Cristo e abrindo os seus cofres ofereceram-Lhe os presentes, ouro, incenso e mirra[2] sendo que estes presentes e em termos interpretativos, naquele tempo o ouro era oferecido aos reis, o incesso aos sacerdotes e a mirra aos profetas. Cristo representava, representa e continuará sempre a representar essas três ofertas. Nós todos também, como filhos de Deus, somos convidados a ser reis, sacerdotes e profetas.
Neste dia em que as Sagradas escrituras nos revelam que os reis magos foram adorar o Deus menino e oferecer-Lhe os seus presentes, não nos esqueçamos também, mais que os presentes habituais oferecidos nesta altura ou na noite de Natal, consoante as tradições ou a região, sintamos a imensa alegria que os reis magos sentiram[3], ao contemplarmos a Verdadeira Luz emanada pela Verdadeira Estrela que é Jesus, e não aquela luz artificial, por vezes colorida com que embrulhamos muitas vezes a árvore de Natal ou aquela estrela que no cimo da mesma colocamos.
Paulo Roldão
(Um irmão romeiro, como os demais)
(3ª parte)

[1] Mt 2-9
[2] Mt 2- 11
[3] Mt 2-10