quarta-feira, 7 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Palavras sábias
Pagina 48 do livro "Romeiro porque caminhas?" da autoria do Grupo Paroquial de Romeiros de Nossa Senhora do Rosário
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Eu te bendigo, ó Pai...
“Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do Céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque isso foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai; e ninguém conhece o Filho senão o Pai, como ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. Mateus 11,25-27.
É este o dito do Evangelho de hoje, dia 17 de Julho de 2013, passado em Lisboa para aproveitar este tempo mais calmo para estar com pais, filhos, irmãos e sobrinhos; também para tratar de preparar coisas que hão-de vir e de falar com meio mundo através deste magnífico meio de comunicação que é a internet, que nos liberta dos males da insularidade mantendo-os o que tem de bom.
O Evangelho, como sempre acontece com a Palavra, vem mesmo a calhar. No auge de tudo o que é terreno – na família, no trabalho, no bom tempo, até no início do fim da crise (se Deus quiser)… - no auge de tudo isso, dizia, surge a insatisfação, a questão, a dúvida. Uma primeira explicação vem da consciência: por um lado houve coisas por fazer e que a preguiça ou a ambição impediram de realizar; por outro lado, quando fizemos, não estivemos e não fomos. Se estivéssemos e fossemos teríamos sentido o ser para além do dever e, assim pensamos ou sonhamos, as caras tristes das ruas e dos lares ficariam mais alegres. No entanto, lendo São Mateus, e relembrando o que nos é dito, percebemos que a economia da salvação não se mede, e muito menos se mede pelo sucesso dos sorrisos e do bem estar. Nem sequer por uma avaliação supostamente sábia e inteligente dos feitos passados. Muito mais do que inteligência e sabedoria é preciso a Graça; e para estar aberto à Graça – conforme diz o relato de São Mateus - é preciso ser pequeno, humilde e rezar e para que um laivo de Graça nos encha a alma; e o sorriso e o choro que é também assim que a alma se manifesta.
Irmão Tomaz Dentinho
quinta-feira, 4 de julho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Porto seguro II
Por diversas vezes tentei redigir mais algumas palavras do que as que escrevi no anterior artigo sobre esta fabulosa imagem e o que ela me transmite cada vez que a vejo. Costumo dizer, sentidamente, que tudo tem o seu tempo e a sua altura própria, de acordo com os desígnios insondáveis de Deus. Neste momento, sinto que foi preciso passar algum tempo, não só de amadurecimento interior, como também de visualização exterior da referida imagem, para nesta altura redigir mais algumas considerações sobre o que vejo com os olhos e sinto com a alma cada vez que a vejo e, confesso, não são poucas as vezes que com ela converso, desabafo e agradeço.
Olho para ela e apercebo-me de que, apesar da permanente interceção por nós em oração, mesmo sem estar de mãos postas, o seu olhar não está virado para o Altíssimo, mas sim para nós, com aquele olhar que só uma mãe tem para com os seus filhos.
Também reparo que, para além da Sua e nossa mãe Maria Santíssima ter sempre a sua mão para nos ajudar a erguer das inúmeras quedas que damos e o eterno abraço gratuito de amor e perdão d`Ele, a mesma também nos encaminha para o Seu fim doloroso, mas simultaneamente glorioso com a Sua ressurreição ao terceiro dia. Aquele abraço de Deus menino transporta-me para o Gólgota. Cristo de braços abertos e pregado na cruz e aquela mão terna de mãe estendida para nos ajudar nas quedas. Sou levado a pensar no evangelho de São João, quando este cita que “Jesus, ao ver ali ao pé a sua mãe e o discípulo que Ele amava, disse à mãe: «Mulher, eis o teu filho! Depois, disse ao discípulo: «Eis a tua mãe!» E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-a como sua.” *
Meditando um pouco nesta pequena passagem, dou-me conta de duas situações. A primeira, na qual o evangelista não cita o nome de Maria para a designar. No meu modesto entender, parece-me que prefere chama-la pelo maior título que lhe pode ser dado, Mãe de Jesus e a segunda, na qual o discípulo não tendo nome, significará que todos nós somos seus filhos e ela nossa mãe.
Neste pormenor, aquela dualidade de abraço/pregado na cruz Ele repete-nos incessantemente “Eis a tua mãe!”
E neste outro pormenor, sinto profundamente que Ele ainda não lhe tinha dito “Mulher, eis o teu filho!”, já a sua mão estava estendida para nós, tal é a sua inequívoca entrega ao Senhor, desde que Lhe disse “Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.”**
A tranquilidade, a serenidade e o descanso, qual porto seguro, são alguns dos adjetivos que esta mera imagem me transmite, cada vez que a sinto no amago da minha alma quase permanentemente impura.
Paulo Roldão
(um irmão romeiro, como os demais)
*São Lucas 1,38
**Jo 19,26-27
terça-feira, 11 de junho de 2013
Sentidas condolências
Tendo tomado conhecimento que o cunhado do irmão Pires Borges faleceu, veem por este meio todos os restantes irmãos do Rancho, expressar as mais sentidas condolências pela partida para o Pai deste seu familiar.
Dai-lhe Senhor o Eterno descanso
Entre os esplendores da Luz Pérpetua
Que a sua alma descanse em paz. Amén!
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