quarta-feira, 20 de maio de 2015

Reunião de romeiros mensal (maio de 2015)


Informam-se todos os irmãos que no próximo dia 27 do corrente mês, pelas 20:00, no centro de catequeses do Santuário de Nossa Senhora da Conceição, localizado na Rua do Cruzeiro, irá ocorrer o encontro mensal. Tendo em conta que durante este ano, pretendemos que os encontros tenham uma componente mais bíblica, no deste mês o tema é o seguinte:
Conhecer a Bíblia” - Apresentação e explanação a cargo do irmão Cónego Francisco Dolores, seguindo-se de um período de diálogo fraterno entre todos os presentes sobre o tema.

Outros assuntos de interesse para o rancho
(…)

Mais se informa de que, este encontro também está aberta a todos aqueles que pretendam sair connosco na próxima romaria.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

São os romeiros...



“São os romeiros que vão em romaria, para cumprir uma promessa que fizeram ao santo da sua devoção, em momentos de aflição e que, fieis ao prometido, vão com preces e suas ofertas até junto do altar do Senhor Jesus, … de Nossa Senhora ou do santo.”[1]


[1] Passagem do livro “Romarias”, livro de Fernando Silva e Carlos Meneses

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Artigo no Diário Insular



Ainda que o assunto abordado não tenha a ver diretamente com as romarias e/ou a a nossa santa igreja, não deixa de ser interessante a fotografia que o nosso irmão Dinis Toledo escolheu para se mostrar ao povo da ilha, bem como a data em que o mesmo artigo foi publicado. Lá diz o povo que Deus escreve direito por linhas tortas.

Uma singular peregrinação cristã



Um livro que todos os romeiros (especialmente, mas não só), deveriam ter a possibilidade de ler, não só por nos dizer respeito, mas também para o conhecimento mais profundo das romarias e a génese das mesmas.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

BULA DE PROCLAMAÇÃO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA - 14º Ponto da mesma



Da referida Bula retiramos este 14º ponto que se aplica a todos os Cristãos, mas de certa forma, particularmente a cada um de nós romeiros de corpo e alma. Vale a pena ler e meditar nestas palavras do Santo Padre e depois lê-la na integra.


14. A peregrinação é um sinal peculiar no Ano Santo, enquanto ícone do caminho que cada pessoa realiza na sua existência. A vida é uma peregrinação e o ser humano é viator, um peregrino que percorre uma estrada até à meta anelada. Também para chegar à Porta Santa, tanto em Roma como em cada um dos outros lugares, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação. Esta será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar que exige empenho e sacrifício. Por isso, a peregrinação há-de servir de estímulo à conversão: ao atravessar a Porta Santa, deixar-nos-emos abraçar pela misericórdia de Deus e comprometer-nos-emos a ser misericordiosos com os outros como o Pai o é connosco.
O Senhor Jesus indica as etapas da peregrinação através das quais é possível atingir esta meta: « Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Dai e ser-vos-á dado: uma boa medida, cheia, recalcada, transbordante será lançada no vosso regaço. A medida que usardes com os outros será usada convosco » (Lc 6, 37-38). Ele começa por dizer para não julgar nem condenar. Se uma pessoa não quer incorrer no juízo de Deus, não pode tornar-se juiz do seu irmão. É que os homens, no seu juízo, limitam-se a ler a superfície, enquanto o Pai vê o íntimo. Que grande mal fazem as palavras, quando são movidas por sentimentos de ciúme e inveja! Falar mal do irmão, na sua ausência, equivale a deixá-lo mal visto, a comprometer a sua reputação e deixá-lo à mercê das murmurações. Não julgar nem condenar significa, positivamente, saber individuar o que há de bom em cada pessoa e não permitir que venha a sofrer pelo nosso juízo parcial e a nossa pretensão de saber tudo. Mas isto ainda não é suficiente para se exprimir a misericórdia. Jesus pede também para perdoar e dar. Ser instrumentos do perdão, porque primeiro o obtivemos nós de Deus. Ser generosos para com todos, sabendo que também Deus derrama a sua benevolência sobre nós com grande magnanimidade.
Misericordiosos como o Pai é, pois, o « lema » do Ano Santo. Na misericórdia, temos a prova de como Deus ama. Ele dá tudo de Si mesmo, para sempre, gratuitamente e sem pedir nada em troca. Vem em nosso auxílio, quando O invocamos. É significativo que a oração diária da Igreja comece com estas palavras: « Deus, vinde em nosso auxílio! Senhor, socorrei-nos e salvai-nos » (Sal 70/69, 2). O auxílio que invocamos é já o primeiro passo da misericórdia de Deus para connosco. Ele vem para nos salvar da condição de fraqueza em que vivemos. E a ajuda d’Ele consiste em fazer-nos sentir a sua presença e proximidade. Dia após dia, tocados pela sua compaixão, podemos também nós tornar-nos compassivos para com todos.”