sexta-feira, 5 de março de 2021

1ª meditação do dia

  Cântico de inicio

 Como sol que se levanta

Com o sol que se levanta, nossa voz, Senhor, se eleva, para que na vossa graça, amanheça novo dia.

Moderai a nossa língua, a mentira não nos manche, nem o erro, nem palavras, de ostentação e

discórdia.

Seja puro em nosso peito, o coração que nos destes, e jamais a nossa carne

Se torne escrava do mal.

E quando a tarde descer, e quando a noite

chegar, cantemos a vossa glória,

Esquecendo-nos do mundo.

Glória a Vós, ó Pai eterno, glória a Vós, Senhor Jesus, no Espírito divino,

Pelos séculos dos séculos


O Vídeo sendo grande, poderá ver no facebook do rancho na mesma hora, ou seja, precisamente agora.


3º DIA DE ROMARIA – VISÃO DE UM IRMÃO DE ALA – PRIMEIRO TERÇO

 

Alguns irmãos sentem o sábado da Romaria como o dia do deserto. Quanto a mim, gosto de encarar a sexta-feira como o dia da planície. Como tudo na vida, isso tem uma explicação que, correndo o risco de ser pouco significativa para os outros por ser puramente pessoal, porque me foi pedido passo a partilhar com os irmãos.

Há muitos anos trabalhei no Alentejo, “esse convento ao céu aberto”, como lhe chamava Vergílio Ferreira. Ora, nesse 3.º dia a Romaria adquire para mim aquele significado de abertura física e metafísica que associo à planície, desde logo visível à inteligência e aos sentidos por várias razões:

17. Sexta-feira depois do II domingo da Quaresma: O Santo Sudário


 Sexta-feira da II Semana da Quaresma

«José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol branco. E depositou-o no seu

sepulcro novo» (Mt 27, 59)


I. — Por este sudário designam-se três coisas, em sentido místico:

1. A carne puríssima de Cristo. Feito de linho, que se embranquece com

muita pressão, o sudário representa a carne de Cristo, que chega ao alvor da

ressurreição pela violência. Conforme o Evangelho: «Cristo devia sofrer e

ressuscitar dos mortos» (At 17, 3).

2. A Igreja, que não tenha mancha nem ruga. É o que representa este linho,

fiado com diversas linhas.

3. A consciência pura, onde Cristo repousa.

II. — «E depositou-o no seu sepulcro novo» (Mt 27, 59). O texto diz, de

início, que o sepulcro não era seu. E é muito conveniente que aquele que

morrera pelos pecados dos outros fosse sepultado em um sepulcro alheio.

O texto diz que o sepulcro era «novo», pois se outros corpos tivessem sido

depositados aí, não se saberia qual tinha ressuscitado. Outra razão é que,

àquele que nasceu de uma virgem intacta, convinha ser sepultado num

sepulcro novo; assim como no ventre de Maria não houve ninguém antes ou

depois dele, assim também neste sepulcro. Do mesmo modo, para

significar ainda que Cristo habita pela fé, escondido na alma

renovada: «que Cristo habite pela fé nos vossos corações» (Ef 3, 17)

E S. João acrescenta, «Ora, no lugar em que Jesus foi crucificado, havia um

jardim, e no jardim um sepulcro novo.» (Jo 19, 41). É digno de nota que

Jesus, capturado num jardim, tenha sofrido sua Paixão e sido sepultado

num jardim; como que para significar que, pela virtude da sua Paixão,

somos libertados do pecado que Adão, no jardim das delícias, cometeu; e

que é por Jesus que a Igreja é consagrada, ela, que é como o Jardim

fechado, do Cântico.

In Matth., XXVII.

(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)

quinta-feira, 4 de março de 2021

Leituras para a celebração eucarisitica

 

Livro de Jeremias 17,5-10.


Assim fala o Senhor: «Maldito o homem que confia no homem e põe na carne a sua esperança, afastando o seu coração do Senhor.

Será como o cardo na estepe, que nem percebe quando chega a felicidade; habitará na aridez do deserto, terra salobre e inóspita.

Bendito o homem que confia no Senhor e põe no Senhor a sua esperança.

É como a árvore plantada à beira da água, que estende as raízes para a corrente: nada tem a temer quando vem o calor e a sua folhagem mantém-se sempre verde; em ano de estiagem não se inquieta e não deixa de produzir os seus frutos.

O coração é o que há de mais astucioso e incorrigível. Quem o pode entender?

Posso Eu, que sou o Senhor: penetro os corações, sondo os mais íntimos sentimentos, para retribuir a cada um segundo o seu caminho, conforme o fruto das suas obras».


Livro dos Salmos 1,1-2.3.4.6.


Feliz o homem que não segue o conselho dos ímpios,

nem se detém no caminho dos pecadores,

mas antes se compraz na lei do Senhor,

e nela medita dia e noite.


É como árvore plantada à beira das águas:

dá fruto a seu tempo

e sua folhagem não murcha.

Tudo quanto fizer será bem sucedido.


Bem diferente é a sorte dos ímpios:

são como palha que o vento leva.

O Senhor vela pelo caminho dos justos,

mas o caminho dos pecadores leva à perdição.


Evangelho segundo São Lucas 16,19-31.


Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: «Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e linho fino e se banqueteava esplendidamente todos os dias.

Um pobre, chamado Lázaro, jazia junto do seu portão, coberto de chagas.

Bem desejava saciar-se do que caía da mesa do rico, mas até os cães vinham lamber-lhe as chagas.

Ora sucedeu que o pobre morreu e foi colocado pelos Anjos ao lado de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado.

Na mansão dos mortos, estando em tormentos, levantou os olhos e viu Abraão com Lázaro a seu lado.

Então ergueu a voz e disse: "Pai Abraão, tem compaixão de mim. Envia Lázaro, para que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nestas chamas".

Abraão respondeu-lhe: "Filho, lembra-te que recebeste os teus bens em vida, e Lázaro apenas os males. Por isso, agora ele encontra-se aqui consolado, enquanto tu és atormentado.

Além disso, há entre nós e vós um grande abismo, de modo que se alguém quisesse passar daqui para junto de vós, ou daí para junto de nós, não poderia fazê-lo".

O rico insistiu: "Então peço-te, ó pai, que mandes Lázaro à minha casa paterna

pois tenho cinco irmãos – para que os previna, a fim de que não venham também para este lugar de tormento".

Disse-lhe Abraão: "Eles têm Moisés e os Profetas: que os oiçam".

Mas ele insistiu: "Não, pai Abraão. Se algum dos mortos for ter com eles, arrepender-se-ão".

Abraão respondeu-lhe: "Se não dão ouvidos a Moisés nem aos Profetas, também não se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dos mortos"».

Terço da pernoita (Pelas inteções do Santo Padre)

 

Mistérios Luminosos


Primeiro Mistério Luminoso: Batismo de Jesus no rio Jordão


«Depois que Jesus foi batizado, saiu logo da água. Eis que os céus se abriram e viu descer sobre ele, em forma de pomba, o Espírito de Deus. E do céu baixou uma voz: "Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição"» (Mt 3,16-17).


Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.

Segundo Mistério Luminoso: Auto-revelação de Jesus nas Bodas de Caná


«Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: "Eles já não têm vinho". Respondeu-lhe Jesus: "Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou". Disse, então, sua mãe aos serventes: "Fazei o que ele vos disser"». (Jo 2, 1-5)


Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.

Terceiro Mistério Luminoso: Anúncio do Reino de Deus


«Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho». (Mc 1, 15)


Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.

Quarto Mistério Luminoso: Transfiguração de Jesus


«Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e conduziu-os à parte a uma alta montanha. Lá se transfigurou na presença deles: seu rosto brilhou como o sol, suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura» (Mt 17, 1-2).


Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.

Quinto Mistério Luminoso: Instituição da Eucaristia


«Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: "Tomai e comei, isto é meu corpo"» (Mt 26, 26).


Pai Nosso, 10 Ave Marias (meditando o mistério), Glória ao Pai.

2º DIA DE ROMARIA – VISÃO DO IRMÃO LEMBRADOR DAS ALMAS – TERCEIRO TERÇO

 

No nosso caminhar até às Quatro Ribeiras, onde por vezes somos brindados com gestos de uma ternura imensurável e no alimento abençoado com que a Família Dinis nos cuida;

Na dura, mas fortificante subida da Ladeira de Nossa Senhora a caminho do seu Santuário de Guadalupe;

E por ultimo no acolhimento com que sempre somos cuidados e alvo das melhores atenções, por parte das Mulheres e Jovens, e demais companheiros do Centro Paroquial da Agualva!



… “Seja sempre Bendita e Louvada

a Sagrada Paixão, Morte e Ressurreição

de Nosso Senhor Jesus Cristo!”


Seja pra sempre Louvada com Sua e Nossa Mãe Maria Santíssima!”

2ª meditação do dia



O Vídeo sendo grande, poderá ver no facebook do rancho na mesma hora, ou seja, precisamente agora.